MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PROMETEU E A CAIXA DE PANDORA

ACHEI TÃO LINDO E RESOLVI COMPARTILHAR NO MEU BLOG


A Caixa de Pandora - Epimeteu era irmão de Prometeu, o titã que modelou o primeiro homem do barro. No entanto, este, por temer o castigo de Zeus devido ao roubo do fogo dos deuses, Prometeu decidiu um dia alertar o seu desavisado irmão:
- Epimeteu, tome cuidado com os presentes que receber de Zeus - disse Prometeu, chamando-o para um canto - Já há algum tempo que ele anda furioso comigo,porque ousei roubar o fogo dos céus para levá-lo aos homens.
Epimeteu escutou com atenção as palavras judiciosas do irmão e logo as esqueceu com o mesmo empenho. Enquanto isso no Olimpo, Zeus já havia ordenado a Hefesto que criasse uma nova criatura, uma parelha para o homem.
- Deixa comigo - disse o deus das forjas.
Fechando-se em sua fuliginosa oficina com a deusa Atena, os dois entregaram-se com extraordinário denodo à interessante tarefa. Decorrido algum tempo, a obra estava pronta.
- Nunca nada de mais perfeito saiu de suas talentosas mãos, excelente Hefesto! - Disse Atena, entusiasmada. - Graças a você, cara amiga, que me auxiliou com seus proveitosos conselhos! - disse Hefesto, devolvendo o elogio.
Diante dos dois estava uma linda mulher, quase tão bela quanto a mais bela das deusas. Seus olhos eram azuis como o mais límpido céu e de sua boca vermelha e úmida partia um hálito fresco e perfumado. Sua pele era macia como o mais macio dos veludos e recobrindo-a por inteiro havia ainda uma delicada penugem, que lembrava em tudo a maciez da casca do pêssego. Seus membros, por sua vez, eram delicadamente proporcionados, tendo sido exilada deles à força, em proveito da graça. À frente do peito da encantadora criatura, Atena colocara dois pomos que tinham o prodígio de serem, ao toque, ao mesmo tempo macios e firmes, coroando-os ainda, num requinte de perfeição, com duas delicadas protuberâncias, que lembravam duas pequenas cerejas.
Suas curvas eram perfeitas. De cada flanco do corpo desciam duas linhas curvas voltadas para dentro, expandindo-se somente à altura da cintura para dar lugar a um estonteante panorama, tendo ao centro um triângulo hermético, que guardava dentro de si todos os segredos da vida e de sua procriação.
- Vamos, levemos já nossa invenção a Zeus, para que ele nos dê logo a sua aprovação! - disse Atena, tão confiante que já dava por certa a aprovação de seu exigente pai. E não foi de outra maneira Tão logo o deus dos deuses pôs os seus olhos sobre a nova criatura, eles encheram-se de um brilho intenso.
- Hefesto e Atena, vocês excederam-se em tudo o que se refere à beleza! - disse Zeus, aplaudindo com entusiasmo a obra que tinha diante de si. - A batizamos de Pandora, meu pai - disse Atena - O que acha deste nome?
- Pandora, Pandora - repetiu Zeus, deliciado - Tem um som volátil, alado... Magnífico!
Antes, porém, de dispensar a criatura, chamou-a a um canto. - Venha cá, Pandora, tenho um presente para você. Quero que leve isto aos mortais como sinal de meu apreço por eles - disse Zeus, entregando-lhe uma caixa dourada, ricamente trabalhada com arabescos e filigramas de prata.
Pandora arregalou os olhos ao ver diante de si aquele presente tão magnífico. Sem poder conter-se, quis logo abrir a maravilhosa caixa, mas foi impedida pelo autor do presente.
- Não, minha filha, não faça isto! É para ser mantida sempre assim, hermeticamente fechada. - Herpétia o que, poderoso deus? - disse Pandora com um arzinho encantadoramente confuso. - Esqueça querida, esqueça. Não é para ser aberta em ocasião alguma, compreendeu?
- Sim, sim, compreendi! - disse Pandora, semicerrando os seus soberbos olhos anis.
"Por Zeus, acho que esqueci de um pequeno detalhe...!", pensou Atena, consigo mesma, ao analisar melhor a criatura. Hefesto no entanto, permanecia satisfeitíssimo com a sua invenção, demonstrando ser em tudo um pai digno da filha, menos na beleza é claro.
- Pode ir minha menina, vá em paz - disse Zeus, despedindo-se dela com um aceno. No mesmo dia, os dois presentes chegaram às mãos de Epimeteu, que não sabia qual deles admirar mais. Mas em breve fez logo a sua escolha: nada podia ser mais admirável do que aquela encantadora criatura que se chamava Pandora. Entusiasmado, Epimeteu decidiu instalá-la em seu quarto. Depois que ele havia se retirado, Pandora pegou sua caixa dourada e prateada e pôs-se a examiná-la detidamente, virando-a de todos os lados. Seus olhos azuis refletiam todo o brilho do magnífico receptáculo.
- O que haverá aí dentro? - disse baixinho, refrescando o ar com seu hálito balsâmico. Por várias vezes a encantadora Pandora hesitou se abria ou não a fantástica caixa. Mas, depois, depositando o precioso objeto ao lado do travesseiro, adormeceu profundamente.
Sonhou então que dentro da caixa saíam, como por mágica, cavalos alados da cor do mar e aves luminosas de diversos tons esmeraldinos. Dos bicos prateados das gigantescas aves originava-se uma canção de magnífica beleza, que a enterneceu até o âmago mais profundo da alma. Homens e mulheres abraçavam-se nus, em pleno ar, ao som desta canção embriagadora, misturando-se àquelas criaturas de tal modo, que pareciam ter asas como elas.
Despertando com aquele sonho maravilhoso, Pandora estendeu a mão imediatamente para o seu presente. Não podendo mais conter o seu desejo, ergueu a tampa numa volúpia insana de curiosidade que lhe pôs na espinha um arrepio gelado.
Nem bem ergueu um pouquinho a tampa dourada, Pandora sentiu-a ser arrebatada das mãos, caindo ao chão, longe da cama. Assustada, ainda assim manteve o objeto preso entre as mãos. Pandora viu escapar de dentro da caixa algo a princípio sem forma. Parecia que todos os ventos do mundo se escapavam desordenadamente dali, na pressa da fuga. Imediatamente um deles tomou a forma de uma caveira volátil, parecendo toda feita de cristal e de vento. Tomando uma dimensão assustadora, a caveira aproximou seu rosto brilhante do rosto da pobre moça, que tremia de medo. Podia sentir na face o bafo mortalmente gelado que passava por entre os dentes de gelo, completamente arreganhados, da horrenda caveira.
Por alguns instantes aquela face terrível a mirou com suas órbitas vazias, estudando-a sempre com seu sorriso de vidro. Depois seus maxilares bateram repetidas vezes, um de encontro ao outro, parecendo inevitável que se fariam em pedaços diante de seus olhos atônitos. Algo parecido a uma gargalhada escapava por entre os rápidos intervalos das batidas dos maxilares, que ela não sabia precisar se era uma gargalhada de escárnio ou um lamento de dor. Pandora estava prestes a desmaiar,quando a caveira foi se tornando gasosa outra vez, transformando-se num grande e gelado vapor que fugiu pela janela do quarto, perdendo-se no mundo.
Depois surgiram vários rostos deformados, cobertos de pústulas, que se erguiam da caixa como se fossem o retrato horrendo da Doença. Depois de assoprarem sobre seu rosto o bafo doentio das febres renitentes, arremessaram-se também pela janela atrás da primeira criatura, finalmente libertas. Dentre as tantas criaturas que escaparam da caixa, Pandora teve o desgosto de ver personificados todos os vícios que viriam a acometer no futuro a alma humana.
A inveja lhe apareceu, assim, sob a forma de uma mulher velha, cujos cabelos finos e prateados como teias teciam freneticamente com as patas negras mais e mais fios, de tal forma que uma nuvem esfiapada cobria a cabeça inteira da velha hedionda. Seus olhos amarelos, raiados de sangue, fuzilavam aquele belo rosto que, sabia, jamais teria igual. Da boca escapou uma baba verde, que lhe escorria pelo queixo em cordas pendentes. Com elas a velha teceu uma corda musgosa e nojenta, com a qual envolveu o pescoço de Pandora, decidida a estrangulá-la. Algo, porém, a impediu de completar seu ato. Dando um grande uivo de raiva, ela recuou pra trás. Depois ergueu a mão ossuda no ar e, franzino os dedos como quem agarra algo, sacudiu-a em direção ao seu alvo, Pandora. Depois, arremessou-se subitamente pela janela, dando um silvo agudo e penetrante.
A Gula, sob a forma rotunda de uma mulher imensamente nua, escapou-se também da caixa. Suas banhas e graxas sacudiam, caindo umas por cima das outras, em grossas camadas. De toda ela escorria um suor pegajoso, como se suasse azeite por todos os poros. Suas bochechas pareciam prestes a explodir, e de seus olhos escorria uma graxa amarela e malcheirosa, que ela lambia com furor assim que lhe chegava aos lábios inchados.
Pandora, embora aterrorizada, não conseguia fechar a maldita caixa, involuntariamente fascinada com o que assistia, sem saber como pudera desencadear tantas desgraças. Lançando-se de joelhos ao chão, encontrou finalmente a tampa caída a um canto. Enquanto rastejava para alcançá-la sentia rodopiar acima de si uma legião de demônios - a Avareza, a Arrogância, a Crueldade, o Egoísmo, todos os vícios e defeitos humanos dançavam uma ciranda infernal sobre a sua cabeça, até que, arremessando-se à caixa, conseguiu finalmente fechá-la.
Mas o mal já estava feito. Percebendo que nada ficara lá dentro, olhou ainda uma vez para o fundo da caixa fatídica. Um rosto maravilhosamente belo e eternamente jovem, no entanto observava dali.
- Quem é você? - Disse Pandora, ainda temerosa. - Eu sou a esperança - Disse simplesmente o belo rosto.
Foi carregando esse valioso presente que Pandora se apresentou diante dos homens.
Referências Bibliográficas

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O PODER PESSOAL DO FEMININO

O RESGATE FEMININO I. 



O medo de trazer o novo muitas vezes se dá porque em algum ponto da jornada desistimos do nosso poder pessoal e deixamos de acreditar que cada um tem uma contribuição única ao Todo, que só é encontrada trazendo à tona aquilo que, em nós, faz a diferença... 
 O meu resgate de coisas que foram deixadas de lado por essa cultura que tanto valoriza a massificação, tem me feito verdadeiros milagres ... 
E isso só pode ser encontrado quando me permito  seguir o meu coração.
Muitas vezes fico brigando comigo  mesma porque a  Alma  indica uma direção e a sociedade uma outra que é completamente diferente.
Seguir a Alma é sempre um desafio que requer muita coragem... 
Para isso  resgatar o  poder pessoal que ficou muitas vezes perdido em experiências sofridas de um passado muito remoto.

AO OUVIR A WANDERLEIA CANTAR:


Resolvi dar um basta...
e resolvi...
Resgatar o  poder pessoal é um trabalho de cada dia.... vamos entrando em contato com o que nos fez desistir desse poder e aos poucos vamos recuperando esse poder, na medida em que vamos trazendo à Luz aquilo que nos impedia de sequer entrar em contato com ele... os medos... as culpas... 
À medida que avançamos e percebemos esse movimento, aprendemos a confiar cada vez mais nessa cooperação do Universo e entendemos que... ao assumirmos o nosso poder pessoal usando-o para melhor servir, estamos simplesmente cumprindo a nossa parte, e isso dá uma sensação tão boa de paz e harmonia com o momento presente... 

EU SOU, ELCELY

APLIQUE EM SUA VIDA O SEU RESGATE FEMININO

COMO USAR NA REALIDADE DA VIDA - O RESGATE FEMININO
Por muitas decepções, mágoas, dores da alma passei. E ao conseguir visualizar que realmente eu precisava resgatar o meu feminino que havia se perdido pelos caminhos por onde andei, sem lenço e sem documentos, ate que hoje ano de 2013, finalmente começo a usar tudo que resgatei.


HISTÓRICO
Há 40 anos um grupo de mulheres começou a perceber que só aquela vida de dona de casa, onde o principal enfoque era cuidar de marido, filhos e netos, e dos pais e sogros quando velhos não era o ideal que lhe realizava e lhe dava segurança pessoal. Além disso, ficar sempre dependente financeiramente do marido ou pai tinha um custo moral e social muito grande e este grupo de mulheres, atendendo a um apelo de sua própria alma, resolveu estudar e entrar para valer no mercado de trabalho, criando sua própria condição de subsistência e espaço social mais amplo. Como esta mulher encontrou o mercado profissional? Totalmente dominado pelo masculino, pois normalmente só o homem trabalhava fora de casa.É uma grande armadilha e esta mulher que trabalha tanto e é mãe, já incorporou em sua filha o modelo masculino do trabalho, pois a menina ao competir com sua mãe adota este critério, se torna bastante ambiciosa e sua vida é mais dirigida ao profissional do que ao casamento... mas, e o menino?
Assim, a mulher tem perdido sua essência feminina. Ela tem confundido entrega com submissão e até se sente perdida em encontrar seu próprio papel na sociedade, pois um grande contingente de mulheres vence profissionalmente, mas, em contrapartida, aumentou o número de mulheres sozinhas afetivamente e se não repensarmos num modelo que alie equilíbrio e sabedoria nestes aspectos, onde a mulher resgate a alma feminina, cada vez mais estaremos construindo uma sociedade fora do seu eixo e do seu destino final. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

LIDAR COM OS INESPERADOS DA VIDA

OUÇA E DEPOIS LEIA O TEXTO



Uma das maiores angústias do ser humano é lidar com o inesperado. Isto acontece porque buscamos, o tempo todo, situações que nos garantam um sentimento de conforto e segurança.

Como a vida é mutação permanente, não é difícil perceber que, ao desejar segurança absoluta, nos movemos no sentido contrário ao seu fluxo. O resultado só pode ser desastroso.

Quanto mais tentamos nos agarrar ao que é conhecido e confortável, mais difícil se torna viver, visto que é impossível ter o controle da realidade.
Enquanto não aprendemos a aceitar novas circunstâncias como bênçãos, que nos levam a descobrir em nós um poder que não imaginávamos possuir, seguiremos em sofrimento.

A riqueza de possibilidades que existe dentro de cada ser humano, enquanto permanece oculta, impede-o de levar uma vida plena, onde a criatividade, a alegria e a paz se tornem o seu estado natural.

Se a cada novo desafio, buscarmos dentro de nós uma solução que nos traga, acima de tudo, o sentimento de estar agindo em total harmonia com o ritmo de nosso coração, sentiremos cada vez menos dificuldades para lidar com as situações desconhecidas.

...Em cada ação, você é uma pessoa diferente, se você envolve-se totalmente nisso. Buddha costumava dizer, "É como a chama de uma vela que parece ser a mesma, mas nunca é a mesma nem sequer por dois momentos consecutivos. A chama está continuamente se tornando fumaça, e nova chama está surgindo. A velha chama está indo, a nova chama está chegando.

A vela que você acendeu a noite não é a mesma vela que você assoprará pela manhã. Esta não é a mesma chama que havia começado; aquela já se foi, ninguém sabe para onde. É apenas a semelhança da chama que lhe deu a ilusão de que esta é a mesma chama."

O mesmo acontece com o seu ser. É uma chama. É um fogo. A cada momento o seu ser está mudando, e se você se envolver totalmente em qualquer ação, você verá como a mudança acontece em você - cada momento um novo ser, e um novo mundo, e uma nova experiência. Tudo de repente se torna tão cheio de novidade que você nunca vê a mesma coisa duas vezes.

Então, naturalmente, a vida se torna um mistério contínuo, uma surpresa contínua. Em cada passo um novo mundo se abre, de tremendo significado, de um êxtase incrível...
OSHO - From Ignorance to Innocence.