MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Iª AULA DINÂMICA -


Prezado(a) bloqueiro(a) se você quiser participar em grupo é so comunicar sua participação pelo E-mail: elcely@hotmail.com ou deixando comentário no blog Cheiro de Flor.Coordenadora: Elcely Dourado
O livro indicado é da Mirela Faur - Danças Circulares Sagradas Contemporâneas
Nota: Deixe seu comentário: é muito importante saber o que você sente 
Elcely


DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS
Descrição da Dinâmica 
1) Favorecimento do “tempo de chegada” e reconhecimento das partes do próprio corpo
Através do “faz de conta” pedir aos participantes que refaçam o processo de despertar:
- Pedir aos participantes que se deitem e se imaginem dormindo
- Após alguns minutos pedir-lhes que despertem, como se o relógio houvesse tocado indicando que é “hora de acordar”
- Pedir aos participantes que realizem tarefas que lhes são rotineiras ( banhar-se, escovar os dentes, trocar de roupa, tomar café, ect)
- Representar para si toda a rotina diária desde o despertar até o sair da residência em direção à faculdade
Nesta etapa pretende-se fazer com que os participantes através da manutenção da AVD`s (AVALIAÇÃO DAS DANÇAS) possam entrar em contato com partes do próprio corpo, observando a existência concreta de cada uma por intermédio de tarefas que lhes são conhecidas e vivenciada todos os dias, além de favorecer a representação do “tempo de chegada”, no despertar para observação do corpo (pelo ato de tocar-se) e da preparação para sair em direção à faculdade, permitindo desta forma o envolvimento consigo mesmo.
2) Momento lúdico, o ato de brincar
- Pedir aos participantes que formem um círculo dando-se as mãos;
- Perguntar se algum dos participantes se lembra e queira cantar uma música infantil que seja própria para brincadeira de roda. Exemplos: ciranda –cirandinha; atirei o pau no gato; pombinha branca; carangueijo peixe é, ect;


- Cantar e brincar de roda
Nesta etapa pretende-se permitir o contato com o outro e a possibilidade de uma vivência criativa, fornecida por relembrar as músicas e suas ações advindas destas, favorecendo assim o começo de envolvimento e reconhecimento do outro.
3) Ainda permanece como momento lúdico, porém enfocando a participação individual, expondo a presença de cada participante.
- Ainda em círculo e com as músicas de roda infantil, introduzir a competição, através de músicas que favoreçam jogos. Como por exemplo:
- A música do peixinho: “Se eu fosse um peixinho e soubesse nadar, eu tirava ------- (nome da pessoa) do fundo do mar”


Gerando a expectativa de quem cantará a música e quem ficará por último.

- A música do lencinho: “Lencinho branco caiu no chão, moça bonita do meu coração. Pode jogar? Pode (coro). Ninguém vai olhar? Não (coro).
Que permite a atenção constante para não ser surpreendido.
Esta fase é uma preparação para o ato de dançar, conforme a autora Eliane Dias de Castro refere em sua tese, pois segundo ela a atividade de dançar necessita de uma maior contribuição individual e o jogo permite que isso venha a ocorrer.


4)  O ato de dançar
- Primeiramente pedir aos participantes que dancem sozinhos;
- Caso já haja possibilidade de escolha de música entre os participantes, melhor será realizada a tarefa, pois serão músicas que significam algo de importante para os mesmos;
- Caso não seja possível a escolha no momento, priorizar músicas que permitam o movimento, possibilitando tanto a movimentação quanto a criação desta
·        Nesta primeira etapa prioriza-se a percepção do ritmo individual ( de sensações, emoções, sentimentos de desagrado, de dificuldade de início da criação do movimento), desta forma o participante poderá vivenciar sua subjetividade e relaciona-la com o que é objetivo e que lhe é externo, o ambiente.


Na seqüência pedir aos participantes que dancem em dupla


- Sempre atentar aos desejos dos participantes na escolha das músicas
- Propiciar o contato com o outro através dos movimentos de criação da dança.
·        Nesta segunda etapa o objetivo é o relacionamento com o outro. Observar o que é próprio do indivíduo e o que faz parte do outro, possibilitando a expressão da linguagem não verbal oferecida pela música e pela dança, por meio da criação do movimento.
Retorno à percepção das partes do corpo
- Pedir aos participantes que deitem-se novamente de forma a mantê-los confortáveis;
- Pedir que escutem os ruídos exteriores (fora da sala), depois voltem sua atenção para os ruídos ainda externos aos participantes, mas que sejam provenientes da sala;
- Neste momento iniciar um som de música suave, que propicie uma imagem de descanso ;

- Pedir aos participantes que aos poucos voltem sua atenção para seu ritmo interno (respiração, batimento cardíaco, sons individuais)
- Pedir aos participantes que percebam como está seu corpo, relembrar o que foi realizado durante a dinâmica;
- Pedir que se imaginem como no final de um dia produtivo, e que estão indo descansar, relaxar, dormir;
- Permitir neste momento que só o som da música seja ouvido, permanecendo assim por alguns minutos;
- Aos poucos ir diminuindo o som da música e chamando novamente a atenção dos participantes a “acordar”, a perceber-se e despertar.
 Nesta última fase, visa o retorno ao ritmo interno e individual de cada participante, além de tentar propiciar bem-estar e retorno às atividades do cotidiano.
Conclusão
Neste trabalho pudemos verificar que a dança é uma forma de expressão artística que está relacionada com a cultura de uma sociedade num determinado momento histórico. Este contexto gera, certamente, influência sobre a manifestação de gestos e movimentos livres de cada indivíduo, constituindo uma dança particular repleta de conteúdos, que podem ou não ser percebidos. Neste sentido, o corpo é um meio por onde emoções afloram e estímulos são captados.
A experimentação de diversas formas de dança e de dançar pode proporcionar, a nós alunos, a oportunidade de perceber as manifestações de nossas emoções além de nos permitir refletir a respeito do potencial terapêutico da dança.
Por fim, a dança é uma forma de emancipação para as pessoas quando tratada metodologicamente como fonte de conhecimento. Portanto a relação terapêutica é aquela que reconhece que ao paciente cabe o desejo de cuidar-se. O terapeuta é um instrumento para auxiliar a pessoa a compreender-se como agente de sua própria vida.
  • 6.Referências Bibliográficas
  • - RAMOS, Renata C. L. Danças Circulares Sagradas: uma proposta de educação e cura. São Paulo, Triom,1998.

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