MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

OS EFEITOS DA ESCRITA

COMENTÁRIOS




Por Elcely Dourado

Desde os primeiro estudos sobre a escrita, surgiram muitos experimentos que chegaram às mesmas conclusões básicas à respeito da escrita. Um excelente trabalho, resumindo cerca de doze estudos foi realizado por Joshua Smyth (1997), da Universidade Estadual de Nova York, em Stony Brook. Além dos estudos feitos em laboratórios, os seguintes trabalhos sobre experimentos que utilizaram o mesmo procedimento foram publicados: Cameron e Nicholls (1996). No experimento, metade das 86 pacientes com câncer de mama foi aleatoriamente escolhidas para receber um tratamento de psicoterapia uma vez por semana. Aquelas que receberam o tratamento psicoterápico viveram, em média, um ano e meio a mais do que as que pertenceram ao grupo de controle.


Um estudo recente realizado por Brian Esterling e seus colegas (1994) levou pessoas a escreverem ou a gravarem suas revelações sobre experiências traumáticas. 
Medidas de índices imunológicos no sangue mostraram que os atos de escrever e falar produziram grandes benefícios, comparativamente ao grupo de controle, que escreveu sobre assuntos superficiais.
A escrita como uma forma de terapia tem sido recomendada há muito tempo por inúmeros terapeutas. Eles enfatizaram fortemente a importância de escrever diários. Outros, como Tristine Rainer (1978)  recomendaram que a escrita fosse usada como uma das diversas técnicas usadas por terapeutas.

Fonte: Do livro: Abra seu coração


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