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Desde os primeiro estudos sobre a escrita, surgiram muitos experimentos que chegaram às mesmas conclusões básicas à respeito da escrita. Um excelente trabalho, resumindo cerca de doze estudos foi realizado por Joshua Smyth (1997), da Universidade Estadual de Nova York, em Stony Brook. Além dos estudos feitos em laboratórios, os seguintes trabalhos sobre experimentos que utilizaram o mesmo procedimento foram publicados: Cameron e Nicholls (1996). No experimento, metade das 86 pacientes com câncer de mama foi aleatoriamente escolhidas para receber um tratamento de psicoterapia uma vez por semana. Aquelas que receberam o tratamento psicoterápico viveram, em média, um ano e meio a mais do que as que pertenceram ao grupo de controle.
Um estudo recente realizado por Brian Esterling e seus colegas (1994) levou pessoas a escreverem ou a gravarem suas revelações sobre experiências traumáticas.
Medidas de índices imunológicos no sangue mostraram que os atos de escrever e falar produziram grandes benefícios, comparativamente ao grupo de controle, que escreveu sobre assuntos superficiais.
A escrita como uma forma de terapia tem sido recomendada há muito tempo por inúmeros terapeutas. Eles enfatizaram fortemente a importância de escrever diários. Outros, como Tristine Rainer (1978) recomendaram que a escrita fosse usada como uma das diversas técnicas usadas por terapeutas.
Fonte: Do livro: Abra seu coração

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