Chá de boldo - NA HORA DA VERDADE !
Quando éramos crianças se alguém em casa passava por algum problema de saúde, lá vinha minha mãe com sua sabedoria e um remedinho caseiro, geralmente um chá de alguma planta medicinal que ela cultivava na horta. E aí, era “tiro e queda”: logo estávamos bem novamente.
Mas, voltando ao assunto, o hábito do remedinho caseiro ficou tão marcante em nossa família que ainda hoje, sempre que alguém tem um pequeno mal estar, VOLTA A TOMAR SEUS CHAZINHOS.
Mas, voltando ao assunto, o hábito do remedinho caseiro ficou tão marcante em nossa família que ainda hoje, sempre que alguém tem um pequeno mal estar, VOLTA A TOMAR SEUS CHAZINHOS.
Assim é que, pedindo perdão aos leitores pelo trocadilho (sempre infame), quando fico chá-teada com algo que “comi” e que não “digeri” muito bem, agradeço a Deus, ter a possibilidade ainda de recorrer à “minha nascente” e receber os remédios que mantêm a minha integridade e os valores que regem a minha existência.
É lá na horta da minha casa ou da minha mãe, no contato com terra e com as plantas, e na conversa ao pé da mesa de jantar, que alimento o meu espírito e que repenso o sentido da minha vida. Foi lá que reaprendi recentemente, que a vida nos propõe sempre uma oportunidade de escolha e que, tudo, absolutamente tudo, é resultado de nossas próprias decisões.
Foi lá que redescobri, que, muitas vezes, o que, inicialmente nos parece amargo, pode ser justamente o que veio nos curar e devolver o que temos de melhor: a nossa essência, o que há em nós, de orgânico.
A vida é sábia. Por vezes nos presenteia com um chá de boldo.
Foi lá que redescobri, que, muitas vezes, o que, inicialmente nos parece amargo, pode ser justamente o que veio nos curar e devolver o que temos de melhor: a nossa essência, o que há em nós, de orgânico.
A vida é sábia. Por vezes nos presenteia com um chá de boldo.
Por Elcely Dourado


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