MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O CHÁ DE BOLDO - LÁ NA CASA DA MAMÃE


Chá de boldo - NA HORA DA VERDADE !




Quando éramos crianças se alguém em casa passava por algum problema de saúde, lá vinha minha mãe com sua sabedoria e um remedinho caseiro, geralmente um chá de alguma planta medicinal que ela cultivava na horta. E aí, era “tiro e queda”: logo estávamos bem novamente.
Mas, voltando ao assunto, o hábito do remedinho caseiro ficou tão marcante em nossa família que ainda hoje, sempre que alguém tem um pequeno mal estar, VOLTA A TOMAR SEUS CHAZINHOS.
Assim é que, pedindo perdão aos leitores pelo trocadilho (sempre infame), quando fico  chá-teada com algo que “comi” e que não “digeri” muito bem, agradeço a Deus, ter a possibilidade ainda de recorrer à “minha nascente” e receber os remédios que mantêm a minha integridade e os valores que regem a minha existência. 
É lá na horta da minha casa  ou da minha mãe, no contato com terra e com as plantas, e na conversa ao pé da mesa de jantar, que alimento o meu espírito e que repenso o sentido da minha vida. Foi lá que reaprendi recentemente, que a vida nos propõe sempre uma oportunidade de escolha e que, tudo, absolutamente tudo, é resultado de nossas próprias decisões.
Foi lá que redescobri, que, muitas vezes, o que, inicialmente nos parece amargo, pode ser justamente o que veio nos curar e devolver o que temos de melhor: a nossa essência, o que há em nós, de orgânico.
A vida é sábia. Por vezes nos presenteia com um chá de boldo.

Por Elcely Dourado

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