MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


domingo, 29 de janeiro de 2012

CRUELDADE

A autocrueldade é, sem dúvida, a mais dissimulada de todas as opressões.


Antes de ler o texto. Dê um play na música que fala ao teu coração.

De todas a violências que padecemos, as que fazemos contra nós mesmos são as que mais nos fazem sofrer. Nessa crueldade, não se derrama sangue, somente se constroem cercas e cercas que passam a nos sufocar e a nos afligir por dentro.
Montaigne, célebre filósofo francês do século XVI, escreveu: " A covardia é mãe da crueldade". Realmente é assim que se inicia nossa auto-agressão. Em razão  de nossa fragilidade interior e de nossos sentimentos de inferioridade, aparece o temor, que nos impede de expressar nossas mais íntimas convicções, dificultando-nos falar, pensar e agir com espontaneidade ou descontração.
Pessoas que buscam ser sempre admirados e aceitos deve-se ao papel que representam incessantemente de satisfazer e de contentar a todos. Buscam contínuos elogios, colecionando reverências e sorrisos forçados, mas pagam por isso um preço muito alto: vivem  distante de si mesmos. Eles vivem a própria vida nos termos estabelecidos pela aprovação alheia.
A solução para a autocrueldade será a nossa tomada de consciência de que temos a liberdade por "direito que vem da Natureza". Contudo, de quase nada nos servirá a liberdade exterior, se não cultivarmos uma autonomia interior, porque quem está internamente entre grilhões e amarras jamais poderá pensar e agir livremente.

Fonte: As Dores da Alma (Francisco do Espírito Santo).

Por Elcely Dourado

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