MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

NÃO FIQUE TRISTE, MAMÃE...

...AQUELE ERA EU.

A grande maioria das mães ignora que o bebê que abortaram pode voltar para elas. Passados muitos anos mulheres que provocaram abortos ainda sofrem profundamente de culpa e remorso pelo que fizeram. No entanto, nem sempre é tarde para que uma mãe peça perdão ao espírito da criança que abortou e lhe explique a razão do que fez. Sobretudo se o diálogo se estabelece com uma alma que retornou como outro de seus filhos.


Selecionei esta música para relatar um  fato verídico.

...Meu filho tem agora 24 anos, mas nunca vou me esquecer do que ele me disse quando tinha apenas 3 anos.
Um dia eu dirigia o  carro com Joel no banco de trás, voltando da escola. O rádio transmitia um debate sobre aborto, e , para minha surpresa, de repente ouvi meu filho dizer: "abortar é errado".
Fiquei tão transtornada - sobretudo pela certeza de era a primeira vez que ele ouvia  a palavra aborto - que me pus a dar explicação, como se Joel tivesse capacidade para entendê-la. "Joel, muitas vezes a mulher não tem escolha. Quando eu tinha 16 anos, fui obrigada a abortar porque não tinha a menor condição de ter um filho. Eu sempre me senti culpada e triste por causa disso, ma na época não podia fazer outra coisa".
A tristeza e a emoção que eu reprimia durante anos vieram à tona, e as lágrimas correram pelo meu rosto. Joel ficou em silêncio, e achei que ele não tinha notado meu choro. Mas de repente ele afirmou, com a mesma naturalidade com que me falaria de um acontecimento banal na escola: " Não fique triste mamãe. Aquele era eu. Eu voltei para o céu e fiquei esperando você crescer". E passou a cantarolar uma música que aprendera na escola.
Aquela afirmação de meu filho me trouxe uma paz que eu desconhecia desde os meus 16 anos.

Fonte: "O Amor me trouxe de volta"
Carol Bowman

Por Elcely Dourado

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