MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


terça-feira, 10 de julho de 2012

QUANDO OS SONHOS SE REPETEM

REVIRANDO LEMBRANÇAS DO PASSADO



Esse sonho, parecia que acontecia em torno dos anos de 1930 
para 1940 D.C.
Aconteceu numa colônia Alemã, uma cidade pequena de agricultores, pequena cidade com número reduzido de moradores.
Morávamos numas casas construídas de madeira, bem bonitinhas e caprichadas, parecendo uns chalés, mas tinha uma coisa que eu prestei muita atenção no sonho, haviam porões de concretos armados para nos proteger de ataques aéreos.
Eu deveria ter uns 17 para os 20 anos de idade, e tinha uma irmã mais nova que eu, com uns treze anos de idade, minha irmã de hoje, chamada Eliana, que no meu sonho era cacau, que eu a chamava assim...
No primeiro ataque aéreo, corremos desesperados para nos abrigar embaixo dessas casas e lá éramos acompanhadas por dezenas de pessoas nas mesmas condições.
Os aviões vinham rastejando e lançando tiros de metralhadoras, pareciam que tinham radares, para localizar seres humanos.


Pegávamos nas mãos uns dos outros, para transmitir segurança, ate terminarem os bombardeios. Escapamos desses ataque ilesas, sem ferimentos, mas muito abaladas psicológicamente.
No segundo ataque, eu perdi minha irmã de vista, quando ouvimos a sirena avisando que viríam ataques aéreos. Depois desse ataque sai feito louca atrás dessa minha irmã, e recebi a noticia que ela tinha sido alvejada, eu a encontrei e a achei toda ferida, mas estava viva. E nesse intervalo vieram os soldados com as baionetas para acabar de matar os que ainda estavam vivos.  Eu carreguei minha irmã no colo e corri para uma casa que era dos comandantes mais fortes daquele campo de concentração.
Lá haviam casas enormes e confortáveis e entrei correndo numa delas.
Notáva-se que eram casas dos comandantes da guerra. Entrei correndo com minha irmã para uma dessas casas e quando um soldado entrou à minha caça, e um senhor de patente alta, como se fosse um major ou coisa maior me olhou e mandou que o soldado fingisse que não havia nos visto. Passou em direção a saída da casa e nos deixou vivas. Acordei nessa aflição, morrendo de sede e dai vi o dia amanhecer. Rezei o salmo 23 com muita fé. Pedindo proteção do Senhor Jesus. AMEM !

Fonte: Do livro: O Amor Ensina (para minha família)
Autor: Elcely Dourado

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