“A dança
circular é um instrumento muito abrangente.
Pode ter pessoas de todas as
idades, com qualquer condicionamento físico e ser dançada em qualquer lugar. O
único pré-requisito é ter vontade de participar”, o movimento da dança circular
tem ganhado adeptos por ser inclusiva e fortalecer as redes sociais de verdade
em um mundo cada vez mais individualista e virtual. “Em roda, dá para sentir os
valores humanos e a amorosidade”.
Outra
característica da dança circular que parece andar na contramão das demais
práticas contemporâneas é a aceitação do erro.
Quem erra algum passo nas
coreografias não é eliminado, punido, excluído. “Claro que todos estão tentando
acertar, mas não se trata de uma competição. Na roda, a gente aprende a lidar
com as diferenças, a aceitar o outro como ele é, sem nunca excluir”,
“Focalizador” é o nome oficial
que recebe a pessoa que comanda a roda, escolhe as músicas e propõe as
coreografias.
Apesar de ninguém ficar analisando o desempenho do outro na roda, e pode sim ser usada
como uma forma de autoconhecimento.
“Quem sempre erra os passos para trás pode parar e pensar: será que estou conseguindo lidar bem com o meu passado? Quem complica os passos mais fáceis deve refletir se não está complicando demais as coisas simples de sua vida”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
DEIXE SEU COMENTÁRIO, VOU TE AGRADECER A PARTICIPAÇÃO