MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

É DANÇANDO QUE PODEMOS ROMPER AMARRAS

UM DOS GRANDES ATRATIVOS DA TÉCNICA É A SENSIBILIZAÇÃO, A QUAL DA  ACESSO AO PALCO DOS SENTIMENTOS.


A dança representa entrega, uma fuga da mente racional.
O desafio inicial é tomar posse  do próprio corpo e silencia a autocrítica.
Dançar significa impreterivelmente se expor. Logo, a timidez, o medo de não acompanhar, parecer desajeitado ou empolgado além da conta ficam à espreita.
Para alento geral, desempenho e afetação passam longe das aulas de dança. "Não há certo nem errado".
Basta deixar o "ser" dançar, podemos simplificar nisso. A alma, reage da melhor forma, despeja uma enxurrada de alegria.


Outra barreira muito comum é a rigidez instalada na musculatura, fruto de tensões e do estresse.
Ferrugem que vai se acumulando com o passar do tempo e dos solavancos da vida.
Mas, eu Elcely, não me intimido, sigo ludibriando resistências emocionais e físicas até reabilitar a capacidade expressiva das alunas.
Proponho coreografias até elas chegarem ao estágio onde  se sentem seguras para criar seus próprios passos, com total liberdade.

Por Elcely Dourado

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