MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


terça-feira, 26 de junho de 2012

Charles Aznavour- La Boheme

A HISTÓRIA DA MÚSICA QUE SERVIU DE PALCO PARA PEÇAS DE TEATRO



“La Bohème”

Robin Follman
Na Paris de meados do Séc. XIX, quatro jovens boémios – um poeta, um pintor, um músico e um filósofo, partilham o mesmo quarto humilde e frio. Rodolfo, o poeta, abre a porta a Mimi, uma jovem costureira, sua vizinha, que vem pedir uma vela para se alumiar. É amor à primeira vista.
No entanto, Mimi sofre da doença fatal do Séc. XIX, a tuberculose. Depois de uma romântica aventura num café de Paris, os apaixonados separam-se devido aos ciúmes injustificados de Rodolfo. Só se voltariam a reconciliar quando Mimi, já na fase terminal da sua doença, vem, com enorme esforço, bater à porta do mesmo quarto. Ao mesmo tempo, Marcello reconcilia-se também com uma anterior amante, a descarada e flamejante Musetta.
La Bohème pode bem ser a ópera mais amada de todos os tempos. Esta obra prima de Puccini é a combinação perfeita de uma terna história de amor com uma tumultuosa comédia, um espectáculo emocionante e uma trama de partir o coração. As melodias arrebatadoras e a brilhante orquestração são equilibradas por um cenário esplêndido, o mundo boémio da Paris dos anos 40 do Séc. XIX.

PELO QUE EU ENTENDI DA MÚSICA, FOI O SEGUINTE:
"Naquele tempo, colocastes teu lilás sol na nossa janela,
Foi lá que a gente se conheceu,
Chorava miséria,
Tinhas de pousar nua...
La Boheme, Lá Boheme:
Isto queria dizer: era somente amor!
Nos cafés vizinhos, so comíamos de 2 em 2 dias.
Com o estômago oco (vazio),
Isto queria dizer:
És bonita,
Era preciso que agente se amasse, amasse a vida.
Lá Boheme, Lá Boheme,
A gente tinha 20 anos e nós vivíamos fora do tempo,
Voltei ao antigo endereço, nada mais parecia igual, toda
decoração foi mudada.
A gente era louco, a gente era louco.
Lá Boheme, Lá Boheme,
Isso não quer dizer absolutamente nada.
Daí ele joga o lenço branco no chão.

Nota: Ouvi essa música e fiquei me sentindo num "Dejavú".
Eu já vi esse filme. E com certeza foi de uma vida passada.

Eu sou Elcely



Nenhum comentário:

Postar um comentário

DEIXE SEU COMENTÁRIO, VOU TE AGRADECER A PARTICIPAÇÃO