“La Bohème”
Robin Follman |
Na Paris de meados do Séc. XIX, quatro jovens boémios – um poeta, um pintor, um músico e um filósofo, partilham o mesmo quarto humilde e frio. Rodolfo, o poeta, abre a porta a Mimi, uma jovem costureira, sua vizinha, que vem pedir uma vela para se alumiar. É amor à primeira vista.
No entanto, Mimi sofre da doença fatal do Séc. XIX, a tuberculose. Depois de uma romântica aventura num café de Paris, os apaixonados separam-se devido aos ciúmes injustificados de Rodolfo. Só se voltariam a reconciliar quando Mimi, já na fase terminal da sua doença, vem, com enorme esforço, bater à porta do mesmo quarto. Ao mesmo tempo, Marcello reconcilia-se também com uma anterior amante, a descarada e flamejante Musetta.
La Bohème pode bem ser a ópera mais amada de todos os tempos. Esta obra prima de Puccini é a combinação perfeita de uma terna história de amor com uma tumultuosa comédia, um espectáculo emocionante e uma trama de partir o coração. As melodias arrebatadoras e a brilhante orquestração são equilibradas por um cenário esplêndido, o mundo boémio da Paris dos anos 40 do Séc. XIX.
PELO QUE EU ENTENDI DA MÚSICA, FOI O SEGUINTE:
"Naquele tempo, colocastes teu lilás sol na nossa janela,
Foi lá que a gente se conheceu,
Chorava miséria,
Tinhas de pousar nua...
La Boheme, Lá Boheme:
Isto queria dizer: era somente amor!
Nos cafés vizinhos, so comíamos de 2 em 2 dias.
Com o estômago oco (vazio),
Isto queria dizer:
És bonita,
Era preciso que agente se amasse, amasse a vida.
Lá Boheme, Lá Boheme,
A gente tinha 20 anos e nós vivíamos fora do tempo,
Voltei ao antigo endereço, nada mais parecia igual, toda
decoração foi mudada.
A gente era louco, a gente era louco.
Lá Boheme, Lá Boheme,
Isso não quer dizer absolutamente nada.
Daí ele joga o lenço branco no chão.
Nota: Ouvi essa música e fiquei me sentindo num "Dejavú".
Eu já vi esse filme. E com certeza foi de uma vida passada.
Eu sou Elcely
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