MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


segunda-feira, 25 de junho de 2012

A VIDA E O AMOR


O QUE SENTÍMOS,  QUANDO SOMOS AMADOS
Há algo que facilmente pode ser constatado nas pessoas:
- Quem se sente amado quer viver !
- Quem não se sente amado tem dentro de si mesmo, mesmo inconscientemente,
- O desejo de morrer !
Leia meu texto e ouça a música de Ernesto Coltazar: Waltz of Love.




Quanto   mais uma pessoa se sente amada, mas ela quer viver. Quanto menos se sente amada, menos quer viver e "mais quer morrer".
Saímos do amor. Chegamos a este mundo e entramos numa família: num pai e numa mãe. Imediatamente percebemos se éramos bem-vindos, esperados, queridos, desejados, amados ou não.
Desde o momento em que fomos concebidos já somos uma pessoa completa____embora  não desenvolvidos fisicamente___, e, por isso percebemos se somos queridos.
Até o final da vida estaremos marcados pela quantidade de amor que recebemos, especialmente quando iniciamos nossa vida. Se  fomos amados, lançamos  nossas raízes sobre uma terra boa. Para sempre nos desenvolveremos em cima daquelas raízes. Caso contrário, lançamos nossas raízes no meio dos espinhos, numa terra dura, sobre pedras e cascalhos. E para sempre estaremos marcados por esse ambiente.
O amor faz a diferença.
Se não for bem-vinda e bem amada  a pessoa carregará profundas feridas que precisam ser tratadas.


Fonte:  A Cura pelo amor de: Padre Alir Sanagiotto

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