Amanhã, dia 04 de junho, dia da Lua Cheia, é um bom dia
para pensar na femininidade. No período da Lua Cheia as
emoções também experimentam uma espécie de maré
cheia, uma plenitude, a sua força completa. Altura fértil e
pleno, em que as mulheres têm óptimas hipóteses
de conceber...
O período da Lua Cheia é então altura por
excelência de olhar para o nosso lado feminino -
e não senhores, não
estou a falar só das mulheres!
Temos tódos um lado feminino
- um lado intuitivo, emocional,
que sente as coisas sem ser
necessário ter palavras.
E não e só altura por amanhã
ser noite de Lua Cheia.
Também porque a Terra e todo
o sistema que vive à
volta e dentro dela, está a passar
por grandes mudanças.
Ela está a precisar a nossa sinceridade,
não só em intenções,
mas também na sua expressão material!
O problema parece estar nas emoções
traumáticas -
memórias de experiências de resultaram
em mal-estar,
tristeza, dor, perda, medo, rejeição, fúria,
ciumes. Muitas
vezes são traumas passadas de geração
em geração:
uma geração passou por uma experiência
traumatica
que não soube resolver, a partir da qual
desenvolveu um comportamento de defesa
e sobrevivência, para se defender
contra as emoções destrutivas.
Sendo um comportamento
ou reacção desenvolvida no inconsciente,
fácilmente pode
ser passado (sem que se tenha noção disso)
para a geração seguinte.
Um exemplo: uma mãe, que tem medo de
ser rejeitada pelo homem, pode desenvolver
a táctica de querer carregar
toda a família e as suas preoccupações.
A filha vê, por sua vez,
no comportamenteo da mãe, o exemplo
que ser mulher significa carregar nos ombros
as preoccupações dos seus próximos,
sob pena de não ser uma boa mulher.
Outro exemplo: um pai que sente sobre
os ombros a responsabilidade última da
sobrevivência material da família,
para que não haja falta de nada em casa, pode,
em consequência disso, esconder o seu lado
mais suave, mais sensível.
O filho vê que o pai mostra a sua ligação
à familia através do componente material,
tem como exemplo que homens não mostram
a sua emoção, nem falam sobre a mesma.
Ser sincero significa, em termos globais,
não mentir.
Em termos mais específicos, privar com
pessoas sinceras é reconfortante porque
eles são quem são - o que vai dentro
mostra-se por fora. Ser sincero também
é respeitar a
nossa própria emoção, a nossa própria vivência.
Para poder ser sincero, é preciso reconhecer
e aceitar a
mulher em cada um de nós - tal como temos
um lado masculino que faz, que apoia a nós
próprios, que protege a criança interior,
também temos uma mulher, que sente,
chora, ri, nutre, abraça e dá colo.
Permitir que "ela" se mostra é aproximar-te
de ti, na tua plenitude -
e a partir da tua plenitude podes aproximar-te
do outro,
entender e sentir o outro. Se te sentes
seguro e confortável
contigo, os outros podem sentir-te como seguro.
No fundo, isto é um convite para enfrentar
Fique em Paz !!!
para pensar na femininidade. No período da Lua Cheia as
emoções também experimentam uma espécie de maré
cheia, uma plenitude, a sua força completa. Altura fértil e
pleno, em que as mulheres têm óptimas hipóteses
de conceber...
O período da Lua Cheia é então altura por
excelência de olhar para o nosso lado feminino -
e não senhores, não
estou a falar só das mulheres!
Temos tódos um lado feminino
- um lado intuitivo, emocional,
que sente as coisas sem ser
necessário ter palavras.
E não e só altura por amanhã
ser noite de Lua Cheia.
Também porque a Terra e todo
o sistema que vive à
volta e dentro dela, está a passar
por grandes mudanças.
Ela está a precisar a nossa sinceridade,
não só em intenções,
mas também na sua expressão material!
O problema parece estar nas emoções
traumáticas -
memórias de experiências de resultaram
em mal-estar,
tristeza, dor, perda, medo, rejeição, fúria,
ciumes. Muitas
vezes são traumas passadas de geração
em geração:
uma geração passou por uma experiência
traumatica
que não soube resolver, a partir da qual
desenvolveu um comportamento de defesa
e sobrevivência, para se defender
contra as emoções destrutivas.
Sendo um comportamento
ou reacção desenvolvida no inconsciente,
fácilmente pode
ser passado (sem que se tenha noção disso)
para a geração seguinte.
Um exemplo: uma mãe, que tem medo de
ser rejeitada pelo homem, pode desenvolver
a táctica de querer carregar
toda a família e as suas preoccupações.
A filha vê, por sua vez,
no comportamenteo da mãe, o exemplo
que ser mulher significa carregar nos ombros
as preoccupações dos seus próximos,
sob pena de não ser uma boa mulher.
Outro exemplo: um pai que sente sobre
os ombros a responsabilidade última da
sobrevivência material da família,
para que não haja falta de nada em casa, pode,
em consequência disso, esconder o seu lado
mais suave, mais sensível.
O filho vê que o pai mostra a sua ligação
à familia através do componente material,
tem como exemplo que homens não mostram
a sua emoção, nem falam sobre a mesma.
Ser sincero significa, em termos globais,
não mentir.
Em termos mais específicos, privar com
pessoas sinceras é reconfortante porque
eles são quem são - o que vai dentro
mostra-se por fora. Ser sincero também
é respeitar a
nossa própria emoção, a nossa própria vivência.
Para poder ser sincero, é preciso reconhecer
e aceitar a
mulher em cada um de nós - tal como temos
um lado masculino que faz, que apoia a nós
próprios, que protege a criança interior,
também temos uma mulher, que sente,
chora, ri, nutre, abraça e dá colo.
Permitir que "ela" se mostra é aproximar-te
de ti, na tua plenitude -
e a partir da tua plenitude podes aproximar-te
do outro,
entender e sentir o outro. Se te sentes
seguro e confortável
contigo, os outros podem sentir-te como seguro.
No fundo, isto é um convite para enfrentar
o que vive dentro de ti. Olhar para as tuas emoções
e vê-las a todas, mesmo que tiveres receio de
enfrentá-las. É altura de abrir, de sermos sinceros
conosco próprios - para sentirmos bem connosco,
mas também para podermos dar e receber apoio
dos outros. É um passo na direção de viver no
Aqui e Agora. Partilhamos esse Mundo em que
vivemos, e estamos todos juntos nisso.

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