MEU PERFIL

OLÁ
Sou uma blogueira como você,
imagino que sim e por causa disso,
adoro ler o perfil dos autores dos
blogues que visito, pois gosto de
saber o tipo de pessoa que está
por trás da tela do computador.
Acho que é natural essa curiosidade.
Por esta razão criei essa página onde
eu vou falar um pouco sobre mim,
vamos lá:

Nome: Elcely
Sexo: Feminino
Idade:cinquenta e poucos...
Estado Civil: divorciadíssima!
Mãe de três filhos e avó de 4 netos.
Moro em Goiânia - Goiás - Brasil

Quem sou eu:
Sou uma leonina com ascendente em sagitário...
Sou formada em pedagogia e pós graduada em
psicopedagogia clínica. Sou uma mulher simples,
que trabalha , estuda, cuida da casa e da família...
que tem seus problemas como todo mundo..
mas procuro me dar bem com tudo e com todos,
para que possa ter paz e viver num mundo melhor.

Interesses:
Consciência corporal (dança), no contexto educacional
Autoconhecimento, textos de auto-ajuda,
mensagens, tarô, Florais do cerrado e outros,
reiki, feng shui, etc.

Estilo musical:
Gosto de música que faz bem aos ouvidos, sem rótulos.
Especialmente - Ernesto Coltazar

Livros:
Machado de Assis, Erico Veríssimo ,Isabel Allende, Joseph Murphy,
Louise Hay, Osho, Augusto Cury, Lauro Trevisan,


domingo, 3 de junho de 2012

O ASPECTO FEMININO EM CADA UM DE NÓS


Amanhã, dia 04 de junho, dia da Lua Cheia, é um bom dia 
para pensar na femininidade.  No período da Lua Cheia as 
emoções também experimentam uma espécie de maré 
cheia, uma plenitude, a sua força completa. Altura fértil e 
pleno, em que as mulheres têm óptimas hipóteses 
de conceber...

O período da Lua Cheia é então altura por 

excelência de olhar para o nosso lado feminino - 
e não senhores, não 
estou a falar só das mulheres! 
Temos tódos um lado feminino 
- um lado intuitivo, emocional, 
que sente as coisas sem ser 
necessário ter palavras.
E não e só altura por amanhã 

ser noite de Lua Cheia. 
Também porque a Terra e todo 
o sistema que vive  à 
volta e dentro dela, está a passar 
por grandes mudanças. 
Ela está a precisar a nossa sinceridade, 
não só em intenções, 
mas também na sua expressão material!
O problema parece estar nas emoções 
traumáticas - 
memórias de experiências de resultaram 
em mal-estar, 
tristeza, dor, perda, medo, rejeição, fúria, 
ciumes. Muitas 
vezes são traumas passadas de geração 
em geração: 
uma geração passou por uma experiência 
traumatica 
que não soube resolver, a partir da qual 
desenvolveu um comportamento de defesa 
e sobrevivência, para se defender 
contra as emoções destrutivas. 
Sendo um comportamento 
ou reacção desenvolvida  no inconsciente, 
fácilmente pode 
ser passado (sem que se tenha noção disso)
para a geração seguinte.
Um exemplo: uma mãe, que tem medo de 
ser rejeitada pelo homem, pode desenvolver 
a táctica de querer carregar 
toda a família e as suas preoccupações. 
A filha vê, por sua vez, 
no comportamenteo da mãe, o exemplo 
que ser mulher significa carregar nos ombros 
as preoccupações dos seus próximos, 
sob pena de não ser uma boa mulher.
Outro exemplo: um pai que sente sobre 

os ombros a responsabilidade  última  da 
sobrevivência material da família, 
para que não haja falta de nada em casa, pode, 
em consequência disso, esconder o seu lado 
mais suave, mais sensível. 
O filho vê que o pai mostra a sua ligação 
à familia através do componente material, 
tem como exemplo que homens não mostram 
a sua emoção, nem falam sobre a mesma.
Ser sincero significa, em termos globais, 
não mentir. 
Em termos mais específicos, privar com 
pessoas sinceras é reconfortante porque 
eles são quem são - o que vai dentro 
mostra-se por fora. Ser sincero também 
é respeitar a 
nossa própria emoção, a nossa própria vivência.
Para poder ser sincero, é preciso reconhecer 

e aceitar a
 mulher em cada um de nós - tal como temos 
um lado masculino que faz, que apoia a nós 
próprios, que protege a criança interior, 
também temos uma mulher, que sente, 
chora, ri, nutre, abraça e dá colo. 
Permitir que "ela" se mostra é aproximar-te
de ti, na tua plenitude - 
e a partir da tua plenitude podes aproximar-te 
do outro, 
entender e sentir o outro. Se te sentes 
seguro e confortável 
contigo, os outros podem sentir-te como seguro. 
No fundo, isto é um convite para enfrentar
o que vive dentro de ti. Olhar para as tuas emoções 
e vê-las a todas, mesmo que tiveres receio de 
enfrentá-las. É altura de abrir, de sermos sinceros
conosco próprios - para sentirmos bem connosco, 
mas também para podermos dar e receber apoio 
dos outros. É um passo na direção de viver no 
Aqui e Agora. Partilhamos esse Mundo em que 
vivemos, e estamos todos juntos nisso.

Fique em Paz !!! 

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