“... Você ama uma pessoa e a pessoa ama você.
Um dia, você o vê sendo atraído por uma outra mulher...
Aí a comparação começa.
- Então ele está deixando você?
- Então ele encontrou alguém que é melhor que você?
- Então ele encontrou alguém que é mais bela que você?
Você pode não perceber muito claramente, mas é exatamente isso que cria o ciúme: essa idéia que alguém pode ser melhor, que alguém pode ser mais bela, que alguém pode atrair o seu parceiro mais do que você mesma. Isso cria uma sensação interna de inferioridade e você começa a sentir ciúme. Você criará todos os tipos de obstáculos possíveis para destruir essa possibilidade.
Quando o amor não é uma busca, não é uma necessidade, mas um compartilhar, ele tem uma tremenda beleza.
Aí, ninguém estará preocupado se ele vai ou não durar para sempre.
Se ele acontecer apenas por este momento já será ótimo, a pessoa compartilha.
Se amanhã você encontrar de novo com esse homem e ele estiver pronto para se encontrar com você, você compartilha novamente, caso contrário, dê um tchau.
Agradeça a ele porque houve um momento em que você compartilhou e foi um momento feliz e você não quer fazer disso uma coisa permanente.
Permita-se através deste aprendizado, ouvir a "valsa de morélia (Erneto Coltazar).
Um dia, através do aprendizado, experimentando muitos relacionamentos, a pessoa se torna madura.
Então o ciúme desaparece.
Então você estará simplesmente feliz se esse homem vier e compartilhar a sua energia com você, ou se ele quiser compartilhar com alguma outra pessoa, você estará feliz.
Essa é a liberdade dele, você nada tem a ver com isso.
Somente nós somos os mestres de nós mesmos e ninguém mais deve pretender ser o mestre de outras pessoas.
Quando a liberdade é deixada intacta, o amor cresce infinitamente.”
Fonte: Osho - Far Beyond the Stars - a Darshan Diary.

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